A DEUS SEJA A GLÓRIA
Aconteceu no ano 48 a.c na cidade de Listra. Paulo e Barnabé estavam em viagem missionária, era a primeira de três que o Apóstolo faria. Um homem paralítico estava, como de costume, sentado em algum lugar da cidade e vendo Paulo se aproximar pediu para ser curado. Paulo percebendo que aquele pedido era carregado de fé em Jesus, não exitou, curou em nome de Jesus Cristo o paralítico.
Mas, a parte mais intrigante deste episódio foi a reação dos circunstantes. Diz o texto bíblico em Atos 13 que as multidões que assistiam a cura do paralítico quiseram adorar Paulo e Barnabé pensando que eram deuses. Paulo indignado, repreendeu a todos dizendo: "Senhores, por que fazeis isto? Nós também somos homens como vós, sujeitos aos mesmos sentimentos, e vos anunciamos o evangelho para que destas coisas vãs vos convertais ao Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que há neles". Fico me perguntando quantos líderes religiosos nos tempos atuais teriam a mesma reação dos apostólos Paulo e Barnabé?
Recentemente, o chefe da Igreja Católica, Papa Francisco esteve no Brasil. Assisti cenas muito semelhantes à que aconteceu em Listra, com a evidente diferença, não houve nenhuma cura. As multidões acorreram para o Papa como se ele fosse Deus. Ofereceram-lhe status de Deus, tocaram-no, disputaram objetos por ele usado, sentaram nos lugares que ele sentou, pais levaram suas crianças de colo para serem abençoadas, mulheres grávidas se espremeram em meio a multidão para serem tocadas, e tudo era recebido de bom grado pelo "santo" padre que acredita mesmo ser o mediador entre Deus e os homens. Contra este tipo de comportamento o Apóstolo Paulo disse: Os homens “mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador” (Romanos 1:25).
Respeito a opção dos católicos, como respeito a opção de todos os religiosos, apesar de não concordar com sua confissão de fé. Mas, não posso deixar de manifestar minha indignação com aqueles que tentam usurpar a Glória do Deus vivo.
Rev. Gevaldo Simões
Rev. Gevaldo Simões
